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O biólogo da Seconser, Alexandre Moraes, esclareceu a retirada de árvores realizada na semana passada na Rua Presidente Backer, em Icaraí.
Segundo ele, a medida foi necessária para eliminar um risco real à população, já que todas as árvores removidas estavam mortas e comprometidas por um fungo que provoca a secagem acelerada da madeira, tornando os galhos extremamente suscetíveis à quebra.
De acordo com Alexandre, as árvores eram da espécie exótica cássia-siamesa, considerada frágil e de ciclo de vida curto. Após a retirada, os tocos foram removidos e o processo de recuperação da área já foi iniciado, com a adequação das calçadas e o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica.
"Todas estavam mortas e secas, representando um risco terrível para a população. Eram cássias-siamesas, uma espécie exótica, frágil e de curto ciclo de vida. Foram destocadas e entraremos com golas, acertando a calçada e realizando o plantio de árvores nativas em substituição", explicou o biólogo.
Alexandre Moraes ressaltou ainda que a Seconser segue um rigoroso protocolo de silvicultura urbana para garantir a segurança da arborização de Niterói. Segundo ele, as equipes realizam monitoramento constante das árvores em toda a cidade, identificando exemplares comprometidos e adotando medidas preventivas para reduzir riscos a pedestres e motoristas.
"Niterói adotou um Protocolo de Segurança”, onde árvores são monitoradas e quando apresentam riscos de tombamento, são substituídas. Temos dezenas de árvores a serem retiradas, mas com milhares de plantios acontecendo anualmente nas nossa ruas. Atualmente, se planta mais de 200 árvores por mês nas nossas ruas, praças e locais públicos e a nossa cobertura vegetal, avança de forma técnica. Árvores são retiradas por segurança e riscos apresentados, se opta de forma técnica e correta, pela supressão e o plantio de uma nova árvore, dessa vez nativa no local.", explicou.